Que tal uma tatuagem que exibe movimentos? Ou ter um mapa com GPS implantado no pulso? Ou ainda quem sabe uma tatuagem que indica a hora que um diabético deve tomar insulina? Isso pode virar realidade em um futuro próximo.
O bioengenheiro Brian Litt, da Universidade da Pensilvânia, está trabalhando em conjunto com pesquisadores do Instituto Beckman, da Universidade de Illinois e da Universidade Tufts para criar essas tatuagens eletrônicas de LED de acordo com reportagem do The Technology Review.
Trata-se de um implante feito sob a pele composto de chips de silicone e seda, que serve de suporte para o chip e microlâmpadas de diodos orgânicos. Uma vez implantado sob a pele, o circuito se adapta às formas do corpo. Com o tempo, a seda desaparece. Ficam apenas os LEDs e chips.
Isso não causa irritação do organismo por causa de sua dimensão reduzida: o chip é do tamanho de um grão de arroz, com um mílimetro de extensão e 250 nanômetros de espessura. Um sistema como esse poderia ser conectado a qualquer outro aparelho presente dentro do corpo. Médicos já exploram como fazer disso um indicador dos níveis de açúcar no sangue ao ligá-los a sensores.
Mas o vídeo abaixo, da Philips, deixa claro que uso mais artísticos também estão sendo avaliados por pesquisadores. Confira:











