
01. Cazuza só passou a gostar de seu nome (Agenor de Miranda Araújo) quando descobriu que Cartola, seu compositor predileto, também chamava-se Agenor.
02. Em 1972, tirando férias em Londres, Cazuza conheceu as músicas de Janis Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã.
03. Por causa da promessa do pai, que disse que lhe presentearia com um carro caso passasse no vestibular, Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976. Mas, desistiu do curso três semanas depois e passou a ter uma vida noturna de boêmio.
04. No final de 1979 ele fez um curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco, nos Estados Unidos. Lá descobriu a literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que tiveram grande influência na carreira.
05. Em 1980 ele retornou ao Rio de Janeiro, onde ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador. Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez.
06. Cazuza compôs a música Codinome Beija-Flor (1985) enquanto estava deitado em uma maca de hospital e confundiu uma andorinha com um beija-flor. Ele chegou pensar em mudar o nome para Codinome-Andorinha, nunca levou a idéia adiante.
07. Maior Abandonado (1984), foi um sucesso tão grande que o grupo Barão Vermelho foi escalado para o Rock in Rio. Na apresentação foi protagonizando um momento histórico com Cazuza cantando “Pro Dia Nascer Feliz” no dia da eleição de Tancredo Neves e o fim da Ditadura Militar.
08. Em julho de 1985, durante os ensaios do quarto álbum, Cazuza deixou o Barão Vermelho para seguir carreira solo.
09. Cazuza se tornou ídolo nacional com o terceiro LP, Ideologia (1985), feito após a primeira internação em Boston (EUA).
10. Em 1989 tornou-se o primeiro artista brasileiro a divulgar que tinha Aids, colaborando para a campanha de conscientização sobre a doença e seus efeitos.

11. O álbum ‘O tempo não pára’ foi lançado em 1989 e se tornou o maior sucesso comercial superando a marca de 500 mil cópias vendidas.
12. Em 1989, Cazuza gravou seu útimo disco, Burguesia, numa cadeira de rodas e com a voz nítidamente enfraquecida.
13. No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos por um choque séptico causado pela AIDS. O caixão, coberto de flores e lacrado, foi levado à sepultura pelos ex-companheiros do Barão Vermelho: Roberto Frejat, Maurício Barros, Dé, Guto Goffi e o produtor Ezequiel Neves.
14. Em apenas nove anos de carreira, Cazuza deixou 126 canções gravadas, 78 inéditas e 34 para outros intérpretes.
15. Após a morte de Cazuza, os pais fundaram a Sociedade Viva Cazuza em 1990, que tem como intenção proporcionar uma vida melhor à crianças soropositivas através de assistência à saúde, educação e lazer.
16. Em 1997, a cantora brasileira Cássia Eller lançou o álbum Veneno AntiMonotonia, que traz somente composições de Cazuza.
17. A Som Livre realizou o show Tributo a Cazuza em 1999, posteriormente lançado em CD e DVD, do qual participaram Ney Matogrosso, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Zélia Duncan, Sandra de Sá, Arnaldo Antunes e Leoni.
18. Cazuza participou de 2 filmes: Bete Balanço,1984 (participação especial); Um Trem para as Estrelas, em 1987 (participação especial). E é tema de outros dois: Cazuza – Sonho de uma noite no Leblon, em 2001 (documentário) e Cazuza – O tempo não pára, em 2004 (biográfico)
19. Em 2004 foi lançado o filme biográfico ‘Cazuza – O Tempo Não Pára’, de Sandra Werneck, baseado no livro ”Só As Mães São Felizes”, de Lucinha Araújo, mãe de Cazuza. Inicialmente, o título do filme seria ‘Eu Preciso Dizer que Te Amo’.
20. Para escolha do ator para o papel de Cazuza, Sandra Werneck queria um desconhecido. Daniel Oliveira havia sido indicado por outro ator. A cena era de quando o cantor recebia o resultado do teste de Aids. Daniel amassou o teste, botou na boca e cantarolou “o meu futuro é duvidoso”. Foi aprovado.











